Peeling: químico ou a laser – qual optar?

O peeling é um tratamento estético de pele que, na imensa maioria das vezes, garante um resultado visível e excelente. O peeling pode ser químico ou a laser. O tratamento também pode ser classificado entre superficial, médio ou profundo. Cada tipo de pele recebe uma recomendação única do dermatologista, que se baseia no tipo de lesões que a pele já sofreu.

Quando optar pelo peeling

O ideal é evitar este tipo de tratamento em peles sensíveis ou que ainda apresentem acne. Peles com espinhas não obtêm o resultado esperado e podem ter a situação agravada após o peeling. É importante fazer o tratamento quando a pele não apresentar mais lesões desse tipo.

Peeling a laser

O procedimento a laser deve ser feito por pessoas especializadas. As sessões podem ser únicas ou várias, levando-se em consideração um tempo de “descanso” para pele entre uma e outra. A pele fica bem avermelhada e a recuperação é mais lenta.

Peeling químico

O procedimento químico é feito a partir da aplicação de substâncias ácidas. No caso do peeling superficial, podem ser utilizados o acido retinoico, o ácido glicólico ou ácido salicílico. Ele age apenas na epiderme, ou seja, não há concentração profunda nas camadas da pele. Geralmente os produtos aplicados ficam em contato com a pele durante um tempo e só depois são retirados.

Para uma ação intermediária, o peeling médio combate manchas e rugas e atinge camadas mais profundas da pele. Ele promove, literalmente, a destruição do tecido lesado, para que seja “renovado”. Os ativos utilizados são geralmente: ácido glicólico, permanecendo até 20 minutos, ácido tricloroacético 35% em conjunto com solução de Jessner e fenol 88%.

Ainda utilizando fenol, tem-se a aplicação de peeling mais profunda, que proporciona um resultado melhor e atinge camadas que os outros tratamentos não alcançam. Os ativos utilizados são o fenol 88% (fórmula de Baker) e o ácido tricloroacético 50%.

Os peelings químicos podem ser feitos também em outras partes do corpo, sendo comum a sua utilização no tratamento de estrias, por exemplo.

Após os procedimentos, quem se submete a esses tipos de peeling deve ficar de 3 a 7 dias “de molho”. O ideal é que se faça durante as férias, quando não for preciso trabalhar ou estudar. Isso porque a pele precisa se regenerar após o peeling e não se pode em hipótese alguma pegar sol sem proteção. O bom mesmo é evitar sair de casa.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *